QUANDO O ORGULHO MATA: POSSE MASCULINA, VIOLÊNCIA E RAÍZES CULTURAIS DO FEMINICÍDIO

Autores

  • Sarah Isadora Cavalcanti Santiago Centro Universitário do Vale do Ipojuca – UNIFAVIP Wyden

Palavras-chave:

Violência feminina, Autodefesa, Gênero, Justiça criminal, Estereótipos.

Resumo

É notório que os casos de feminicídio e suas tentativas vêm crescendo em nível alarmante no Brasil, refletindo um grave problema social que ameaça a vida de muitas mulheres. O orgulho masculino e a busca por poder e controle sobre as mulheres configuram-se como fatores centrais que motivam esses crimes, muitas vezes desencadeados por relações de violência doméstica e padrões de comportamento abusivos. Movimentos como o “redpill” têm reforçado atitudes machistas e contribuído para a perpetuação desse tipo de violência, tornando o problema ainda mais evidente. Apesar da existência de leis como a Lei Maria da Penha, sua aplicação apresenta falhas significativas, o que favorece a continuidade dos crimes e a sensação de impunidade. Diante desse cenário alarmante, torna-se essencial discutir a segurança pública feminina e a educação para a igualdade de gênero, medidas que podem ajudar a conter a escalada dos feminicídios e reduzir os riscos enfrentados diariamente por mulheres em todo o país. O presente artigo, baseado em pesquisas qualitativas, busca analisar os principais fatores relacionados ao aumento dos casos de violência contra a mulher, evidenciando a lógica de posse masculina como um elemento central nesses atos de violência.

Biografia do Autor

Sarah Isadora Cavalcanti Santiago, Centro Universitário do Vale do Ipojuca – UNIFAVIP Wyden

Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário do Vale do Ipojuca – UNIFAVIP Wyden. E-mail: sarahisadora85@gmail.com

Referências

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Publicado

2026-08-16

Como Citar

Santiago, S. I. C. (2026). QUANDO O ORGULHO MATA: POSSE MASCULINA, VIOLÊNCIA E RAÍZES CULTURAIS DO FEMINICÍDIO . Veredas UniFavip | Wyden, 2(2), 180–185. Recuperado de https://wyden.periodicoscientificos.com.br/index.php/veredas/article/view/1365

Edição

Seção

ANAIS VII SIRGES - 2026

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