A RELEITURA DO FORO ESPECIAL DOS PARLAMENTARES E SEU IMPACTO SOBRE A IMUNIDADE FORMAL
Palavras-chave:
imunidade; prerrogativa de foro; parlamentares; mutação constitucional.Resumo
Com a nova interpretação dada pelo Supremo Tribunal Federal ao foro por prerrogativa de função dos parlamentares, a prerrogativa constitucional viu seu alcance ser restringido, pois o benefício que até então permitia que, após a diplomação, o parlamentar fosse julgado pelo STF, recebeu nova interpretação. A visão atual da Corte Maior é de que a prerrogativa só se sustenta quando o crime ocorrer em razão da função e durante o mandato, interpretação esta que pode trazer reflexos para a imunidade formal para o processo.
Referências
ABRANCHES, S.H.H. Presidencialismo de Coalizão: o dilema institucional brasileiro. Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v.1, n.1, 1988.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Ação Penal 937. Relator: Min. Luis Roberto Barroso, 2018.
BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. 10. ed. São Paulo: Malheiros, 1999
BULOS, U. L. Constituição Federal Anotada. 6ed. São Paulo:Saraiva, 2005.
CALIXTO, R. A. E. Foro Privilegiado no Brasil. In: Revista Eletrônica da Faculdade de Direito de Franca, v.10, n.2, 2015. Disponível em: https://www.revista.direitofranca.br/index.php/refdf/article/view/368/270
CUNHA JÚNIOR, D. Curso de Direito Constitucional. 13 ed. rev. amp. Salvador: JusPodivm, 2019.
KURANAKA, J. Imunidades parlamentares. São Paulo:Juarez de Oliveira, 2002.
MASSON, N. Manual de Direito Constitucional. 6ed. Salvador:JusPodvm, 2018.
SACCHETTO, T. C.. As mutações constitucionais no contexto brasileiro de crise da representação democrática. e-Pública, Lisboa, v. 2, n. 1, p. 123-140, jan. 2015. Disponível em . Acesso em 30 jan. 2019.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os autores mantêm os direitos autorais sobre os trabalhos publicados e concedem à Revista Juris UniToledo o direito de primeira publicação. Os trabalhos são licenciados sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0), que permite o compartilhamento e a redistribuição do material publicado, desde que seja atribuído o devido crédito aos autores e à publicação original, vedados o uso para fins comerciais e a distribuição de material modificado.




